A Larian Studios revelou Divinity com um trailer cinematográfico que rapidamente chamou atenção pelo conteúdo extremo e pelo tom assumidamente adulto. A prévia deixou claro que o estúdio pretende ir além do que foi visto em Baldur’s Gate 3, apostando em imagens grotescas e violência gráfica para apresentar o universo de seu novo RPG.
A apresentação gerou reações intensas nas redes sociais e entre desenvolvedores da indústria. Para muitos, o trailer reforça a identidade criativa da Larian Studios, enquanto outros questionam os limites do choque visual nos jogos atuais, especialmente quando comparados a debates recentes sobre censura e aceitabilidade de conteúdo.
Trailer provoca debate sobre limites criativos nos games
Josh Sawyer, veterano da Obsidian, comentou que é curioso observar como certos públicos se indignam com alguns temas, mas celebram outros ainda mais extremos quando apresentados de forma estilizada. A fala resume bem a recepção dividida do trailer de Divinity, que mistura brutalidade, sexo e simbolismo em uma única sequência.
Outros desenvolvedores também reagiram, destacando o caráter indulgente e propositalmente desconfortável da prévia. Comparações com trailers antigos de Baldur’s Gate 3 surgiram rapidamente, lembrando que a Larian Studios já flertava com o horror corporal e o exagero visual em projetos anteriores, sem enfrentar rejeição semelhante.
Ainda tratado como um preview, Divinity se apresenta como um RPG independente de experiências prévias com a franquia, embora jogadores de Original Sin devam reconhecer elementos familiares. A proposta indica um mundo deliberadamente cruel e desconfortável, sugerindo que a Larian não pretende suavizar sua visão criativa para agradar públicos mais amplos.
Fonte: gamesradar