Rumores sobre uma possível expansão paga de The Witcher 3: Wild Hunt voltaram a ganhar força após declarações vagas em relatórios financeiros e análises recentes do mercado. A especulação aponta para um lançamento em 2026, mesmo com o jogo já tendo recebido conteúdos extensos no passado. Até o momento, a CD Projekt Red mantém sua política tradicional de não comentar rumores.
As informações surgiram em círculos da indústria polonesa e ganharam força após relatórios financeiros citarem lançamentos não anunciados. Nenhum documento confirma um DLC, mas a menção a novo conteúdo reacendeu debates entre fãs veteranos série.
Enquanto ainda não há novidades concretas sobre The Witcher 4, a especulação cresce em meio à transição criativa da franquia, enquanto o estúdio prioriza novos projetos. O silêncio oficial da CD Projekt Red mantém expectativas sob controle, mas não impede análises sobre impacto comercial futuro.
Sinais contraditórios na nova DLC de The Witcher
Parte da especulação envolve a Fool’s Theory, estúdio responsável pelo remake do primeiro título da franquia. Analistas avaliam que uma expansão de The Witcher 3 poderia servir como produto intermediário até The Witcher 4, além de sustentar vendas contínuas no PS5, Xbox Series X e PC ao longo de 2026.
Apesar disso, o cenário levanta dúvidas internas e externas. A equipe principal do jogo original já não está totalmente dedicada ao projeto, e o estúdio migrou seu foco tecnológico para a Unreal Engine 5. Desenvolver conteúdo adicional em uma engine antiga exigiria recursos que hoje estão direcionados a projetos considerados prioritários.
Outro ponto sensível é o impacto narrativo. A despedida de Geralt de Rívia foi tratada como definitiva, enquanto o futuro da série caminha para um protagonismo maior de Ciri. Retomar uma história intermediária pode gerar interesse comercial, mas também conflito criativo dentro da franquia.
Fonte: Eurogamer